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​

Olá, eu sou
a Diana*

*Na verdade eu sou um site.

Fui feito pela  Diana . Ela é humana. Aparentemente, ainda há disso na internet.​

IA vs Diana

Ela ia, a Diana vai!

Vamos pôr as cartas na mesa. Hoje em dia, basta um clique e um par de prompts bem afinados para a Inteligência Artificial cuspir um logótipo vistoso ou um texto perfeitamente polido, com os adjetivos certos, três, por norma, uma barra comprida e uma “jornada” desenhada à régua e esquadro que se replica a olhos vistos por tudo o que é ecrã digital. A tecnologia é impressionante e, admito, tem a sua dose de magia. Mas, quando toda a gente começa a soar e comunicar da mesma maneira, talvez esteja na altura de perguntar: onde é que ficou a diferença?

 

O branding é um ato de maiêutica, o método filosófico de Sócrates baseado na ideia da “arte de dar à luz”, ou um “parto intelectual”, neste caso, uma vontade que já existia dentro de ti, mas que precisava de mãos humanas, estratégia e experiência para ser moldada e materializada.

 

Gerar soluções é fácil. Difícil é saber qual é o problema que realmente precisa de ser resolvido. E é aqui que a IA sugere. A intuição distingue, e a Diana resolve.

O que o GPT não te dá

Enquanto os geradores automáticos habitam o universo previsível dos pixels, o meu processo é orgânico, vibrante e visceral. Quando mergulho num projeto, entro numa espécie de transe criativo. O hiperfoco toma conta, as ideias começam a cruzar-se, as referências ganham novas interpretações, e claro, perco sempre a noção do tempo. É um estado de imersão que nenhuma máquina consegue replicar. E que me faz chegar a soluções do nice.

 

A máquina também não tem a perspicácia de ler as tuas hesitações ou perceber aquilo que ainda não conseguiste pôr em palavras durante um briefing.

 

Criar não é apenas combinar elementos. Muitas vezes começa com uma inquietação, uma associação improvável que a razão ainda não conseguiu lá chegar.

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Aquilo que eu tenho, e ela não tem para te dar é:

 

  1. Empatia customizada O teu negócio não é um molde em série. Merece um olhar atento e uma escuta real, longe de fórmulas pré-fabricadas.

  2. Design com Main character energy Aquela faísca criativa inexplicável, o detalhe insólito e intencional que faz as pessoas pararem o scroll.

  3. Estratégia com “Aura” Identidades pensadas para o mundo real, que conversam com pessoas de carne e osso, e não apenas com robôs de busca.

Se o que procuras é um design homogéneo e saído de uma linha de montagem, a internet está cheia de caixas de texto à tua espera. Vai-te a elas.

Form
esign de Marcas, Sites e Gestão de Redes Sociais

Tnks ;)

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