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IA vs Diana

há 6 horas
2 min de leitura

Ela ia... mas a Diana vai!



Time for a Reality Check. E vamos diretas ao assunto, porque eu gosto de dizer as verdades e - como diz o meu arqui-inimigo director criativo do populismo reacionário -  “eu digo o que tenho a dizer, doa a quem doer!”. Mas atenção, tirem daqui o populismo e a demagogia, que eu sou bastante democrática. A minha única radicalidade é, e sempre será, a honestidade.


Um clique, dois prompts bem esgalhados e a Inteligência Artificial cospe um logótipo genérico-mas-bonito ou um texto milimetricamente polido (e altamente plastificado). Leva a trina de adjetivos da praxe, um travessão dramático e aquela “jornada” super previsível que vemos replicada em loop por todo o ecossistema digital. A tecnologia é incrível, admito, e tem a sua própria magia, só que quando toda a gente usa a mesma receita, a autenticidade morre de indigestão. E a pergunta que fica é: Onde é que ficou o teu posicionamento?

 

É por isso que, para mim, o branding é um ato de maiêutica, aquele método filosófico de Sócrates baseado na ideia da “arte de dar à luz”,  um verdadeiro parto intelectual. Neste caso, refiro-me a uma vontade e a uma identidade que já existiam dentro de ti, mas que precisava de mãos artesanais, visão estratégica, sensibilidade estética, intuição afiada e método.

 

Cuspir soluções padronizadas é fácil, agora, quero ver a IA a diagnosticar o problema que realmente precisa de ser resolvido.


A IA sugere, a intuição distingue, e a Diana Resolve.





O que o GPT não te Dá


Enquanto os geradores automáticos habitam o universo previsível dos pixels, o meu processo é orgânico, elétrico, visceral, errático na busca, cirúrgico na entrega e carregado de alma. Quando mergulho num projeto, entro numa espécie de transe criativo, o hiperfoco toma conta, as ideias começam a cruzar-se, as referências ganham novas interpretações, e claro, perco sempre a noção do tempo. É um estado de imersão que nenhuma máquina consegue replicar. 

 

A tecnologia também não tem a perspicácia de ler as tuas hesitações, e não percebe aquilo que tu própria ainda não conseguiste verbalizar num briefing.

 

Criar é mais do que montar peças no Canva. Muitas vezes, nasce de uma inquietação ou de uma associação improvável onde a razão ainda nem sequer conseguiu chegar.

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Aquilo que eu tenho, que a IA não tem para te dar:

 

  1. Empatia customizada: o teu negócio não é um molde em série. Exige uma escuta ativa, atenção ao detalhe e merece estar longe de fórmulas pré-fabricadas.

  2. Design com Main character energy: aquela faísca criativa inexplicável, o detalhe insólito e intencional que faz as pessoas pararem o scroll.

  3. Estratégia a farmar aura: design pensado para o mundo real, que conversa com pessoas de carne e osso, e não fala só com robot de busca ou para alimentar o algoritmo

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Eu não sou um robô  [✓] reCAPTCHA

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